
Neste domingo (1º de março) é celebrado o Dia Mundial dos Catadores e Catadoras de Materiais Recicláveis e a data se volta para os verdadeiros guardiões da sustentabilidade urbana. Em todo o Brasil, esses agentes ambientais enfrentam uma realidade de invisibilidade e urgência por melhores condições de trabalho como esforço físico extremo, discriminação e insegurança. Apesar da importância crucial para a economia circular, muitos catadores operam em condições insalubres, expostos a materiais cortantes e riscos biológicos devido à falta de equipamentos de proteção individual (EPIs) e à separação inadequada dos resíduos pela população.
A Casaviva Instituto Cultural, Ambiental e de Atenção à Família (Ponto de Cultura) apoia a luta da categoria, que não é apenas por reconhecimento, mas pela criação de uma rede de apoio robusta que inclua integração em cooperativas e garantam pagamentos justos pelos serviços ambientais prestados, assim como acesso a centros de triagem equipados e logística eficiente para o manejo dos resíduos. Ainda, proteção social quanto às políticas de saúde ocupacional e apoio financeiro direto.

Neste cenário de desafios, a Casaviva tem feito ações para fortalecer a categoria, pois atua diretamente na ponta da educação ambiental, realizando palestras em escolas e instituições para conscientizar estudantes sobre a importância do descarte correto entregando os recicláveis a um catador(a) do bairro.
Além da educação, a Casaviva promove a divulgação estratégica dos Ecopontos e Pontos de Entrega Voluntária (PEVs) em condomínios e comércios. Esse trabalho facilita o fluxo de materiais limpos para os catadores e cooperativas, reduzindo os riscos à saúde desses profissionais e otimizando a coleta seletiva na cidade. “Valorizar o catador é reconhecer que não existe sustentabilidade sem a dignidade de quem transforma o ‘lixo’ em recurso”, sintetiza Raisa Alves, presidente da Casaviva.
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